Ginkgo biloba: Santo Remédio Natural


Conheça o Poder Curativo do Gingo Biloba

A aplicação terapêutica da planta é bem ampla. Atua fundamentalmente na circulação sangüínea arterial, capilar e venoso. É um vasodilatador cerebral e periférico. Também é tônico, antiespasmódico venoso (ativador da circulação de retorno), antiinflamatória, anti-hemorrágica (devido ao rutósido,  rhamnoglucósido, catecol), vitamínico (devido aos flavonóides e catecol).

 

OGinkgo biloba Ginkgo Biloba é uma árvore nativa de certas províncias do sudeste da China.  O vegetal pode atingir até 30 m de altura.  Pode ser também encontrada em parques e avenidas da África do Sul, Europa e algumas regiões dos EUA. Os imigrantes portugueses a trouxeram para o Brasil onde houve boa aclimatação.

Dr. Engelbert Kaempfer, médico alemão, foi a primeira pessoa a mencioná-la. Tal fato ocorreu por volta de 1690  quando esteve em visita ao Japão. Em 1727 foi introduzido na Europa.

Nome botânico: Ginkgo biloba

Partes utilizáveis: as folhas

Aplicação terapêutica: a aplicação terapêutica da planta é bem ampla. Atua fundamentalmente na circulação sangüínea arterial, capilar e venoso. É um vasodilatador cerebral e periférico. Também é tônico, antiespasmódico venoso (ativador da circulação de retorno), antiinflamatória, anti-hemorrágica (devido ao rutósido,  rhamnoglucósido, catecol), vitamínico (devido aos flavonóides e catecol).  Hidratante da pele seca ou desidratada. O uso do Ginkgo  é  recomendável  para os seguintes distúrbios:  vertigem, transtornos na memória, fragilidade capilar, claudicação intermitente, enfermidade de Raynaud, varizes, úlceras varicosas, diabetes (como protetor das alterações nos vasos sangüíneos). Reduz e melhora a viscosidade do sangue. Nos braços e pernas age nos casos de dor, palidez, arroxeamento (cianose)  das extremidades, com sensação de frio.  Redutor dos radicais livres.  Em tratamento estético é aplicado como:  antiinflamatório e protetor da pele contra os raios UV e Gama;  prevenção do envelhecimento celular por inibição da destruição do colágeno.

Comentário:

As pesquisas laboratoriais constataram grande quantidade de princípios ativos no Ginkgo biloba. Dentre eles estão: derivados flavônicos (rutósido, Kaemferol, quercetol, etc.), catecóis (epicatecol, hexacetato de galocatecol, epigalocatecol), biflavonas (ginkgetina, isoginkgetina, bilobetina), lactonas terpênicas (ginkgólidos),  procianidinas, ácidos orgânicos, terpenos, ésteres,  etc.

Pesquisas laboratoriais em animais comprovaram que o extrato de Ginkgo age em todos os níveis da circulação sangüínea, aumentando a irrigação dos tecidos, ativando o metabolismo celular e reduzindo o risco de trombose. Verificou-se também que é um captador de radicais livres, inibe a peroxidação lipídica e das membranas além de estimular a síntese de eicosanóides (prostaglandinas). O princípio ativo ginkgólido A e B são inibidores do Factor Ativador de Plaquetas e inibe a sua fixação sobre o receptor plaquetário. Assim ocorre um significativo destaque nas inflamações alérgicas e hiperatividade bronquial, segundo Jean Bruneton  (1991).

Ginkgo biloba pode ser encontrado em farmácias de manipulação. Não se constatou nenhum efeito adverso no uso da planta. A dose recomendável pode variar de acordo com cada distúrbio. A indicação básica é uma cápsula de 200 mg, três vezes ao dia, antes das principais refeições.

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