Teoria da conspiração


Teoria da conspiração: Verdade ou Fantasia

Na Wikipédia encontramos o seguinte texto que define a “Teoria da Conspiração”:

Teoria da conspiração (também chamada de conspiracionismo) é qualquer teoria que explica um evento histórico ou atual como sendo resultado de um plano secreto levado a efeito geralmente por conspiradores maquiavélicos e poderosos,1 tais como uma “sociedade secreta” ou “governo sombra“.2

  • As teorias da conspiração são muitas vezes vistas com ceticismo exagerado e por vezes ridicularizadas e mesmo desacreditadas, uma vez que raramente são apoiadas por alguma evidência conclusiva, contrastando com a análise institucional, cujo foco é o comportamento coletivo das massas em instituições conhecidas do público, tal como é descrito em materiais acadêmicos e relatos dos média mainstream, de modo a explicar acontecimentos históricos ou atuais sob o ponto de vista dominante (governos, instituições, opinião pública popular).

Ocorre que temos olhar tudo isso com viés crítico. Tanto pode ser verdade como fantasia. Na verdade, o mais provável, é que temos verdades fantasiadas para confundir ao desavisado. Confira certos fatos mostrados nesse documentário abaixo.


Crescimento da obesidade no Brasil e no mundo


Brasil é o quinto país no ranking mundial da obesidade

Número de pessoas acima do peso ideal está crescendo, no planeta. No Brasil, 60 milhões de brasileiros estão acima do peso.

Uma pesquisa divulgada nos Estados Unidos comprovou em números um fenômeno que pode ser visto nas ruas. O número de pessoas acima do peso ideal está crescendo, no planeta. E o Brasil é um dos países no topo da lista da obesidade.

A mudança radical nos hábitos dos brasileiros nos últimos 30 anos levou o país a ocupar a quinta posição no ranking mundial da obesidade: 60 milhões de brasileiros estão acima do peso. E 22 milhões considerados obesos.

Resultado do consumo de comidas muito calóricas, com excesso de açúcar e gordura. O professor Paulo Lotufo, que participou da pesquisa da Universidade de Washington, lamenta que o brasileiro tenha se desviado tanto das origens.

“O feijão com arroz, o tomate, a salada, o alface e uma pequena carne é ainda uma das coisas mais interessantes em termos alimentares. Hoje, nós nos exercitamos no dia a dia muito menos do que fazíamos há 50 anos”, afirma.

A pesquisa feita em 188 países tomou como base o IMC, índice de massa corporal, que é conhecido quando se divide o peso pela altura ao quadrado.

Está acima do peso quem tem índice entre 25 e 29,9. A partir de 30 é considerado obeso. Dois bilhões e cem milhões de pessoas no mundo estão acima do peso. Uma em cada três habitantes do planeta.

Um crescimento de 240% nos últimos 33 anos. No mesmo período, a população mundial cresceu 160%.

Dois pontos da pesquisa chamam a atenção: o aumento de 47% na taxa de obesidade entre crianças e jovens; e o crescimento acelerado no ganho de peso em economias emergentes.

Os Estados Unidos estão no topo do ranking, seguidos da China, Índia, Rússia e Brasil.
Em 2010, o governo americano implantou nas escolas do país um programa para combater a obesidade. Mas tem sido grande a resistência.

Parlamentares de oposição no congresso querem acabar com a iniciativa, que consideram cara. A criadora do programa, Michelle Obama, desabafou: “É inaceitável pra mim como primeira-dama e mãe”.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/05/brasil-e-o-quinto-pais-no-ranking-mundial-da-obesidade.html


Neurocirurgião experimenta a consciência fora do corpo


Dr. Eben Alexander – Neurocirurgião americano comprova a Eqm

O neurocirurgião americano Eben Alexander III era um cético com 25 anos de profissão, tendo trabalhado no Brigham & Women´s Hospital e na Escola de Medicina de Harvard, entre outros. Há quatro anos, após contrair uma meningite bacteriana, ele viveu uma experiência de quase morte (EQM) durante sete dias de coma e escreveu o livro “Uma prova do Céu” (Ed. Sextante) contando a história que mudou sua vida.


Laboratórios, remédios e corrupção


Companhias farmacêuticas & médicos: Uma história de corrupção

Marcia Angell*

The New York Review of Books

(http://www.nybooks.com/articles/22237), 15 de janeiro de 2008

O senador republicano Charles Grassley, da Comissão de Finanças, tem investigado os laços financeiros entre a indústria farmacêutica e pesquisadores da academia. Ele não precisou procurar muito. Tome o caso de Joseph L. Biederman, professor de Psiquiatria da Harvard Medical School e chefe da psicofarmacologia pediátrica do Harvard’s Massachusetts General Hospital. Muito graças a ele, crianças de 2 anos vêm tendo diagnóstico de desordem bipolar e são tratadas com coquetel de drogas poderosas, muitas não-aprovadas pela Food and Drug Administration para esta finalidade e nenhuma delas aprovada para crianças abaixo de 10 anos. Legalmente, médicos podem usar drogas aprovados para determinado fim em qualquer outra finalidade que escolherem, mas esse uso deve se basear em boas evidências científicas publicadas. Não parece ser o caso aqui. Os próprios estudos de Beiderman sobre as drogas que ele defende para tratar transtorno bipolar na infância eram, na opinião de especialistas ouvidos pelo

New York Times, tão pequenos e tão precariamente concebidos que foram considerados amplamente inconclusivos.

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Consumismo exagerado é doença. Livre-se. Aprenda a Meditar


“O CONSUMISMO DA ELITE É DESESPERO”

O PSIQUIATRA FLÁVIO GIKOVATE FALA SOBRE AS ANGÚSTIAS DA ELITE QUE FREQUENTA SEU CONSULTÓRIO E O ESTRESSE DO MUNDO MODERNO

Flávio Gikovate não tem um divã. Quando um paciente chega ao consultório dele, num dos endereços mais caros de São Paulo (a Rua Estados Unidos, nos Jardins), encontra primeiro uma fachada de cimento queimado com portas altas de correr. Depois, pode tomar café na recepção térrea, entre um jardim interno envidraçado e telas coloridas de Claudio Tozzi. Na hora da consulta, sobe por uma escada sem paredes laterais até a sala do psiquiatra e se senta: ou num sofá, ou numa poltrona bem confortável de couro preto. Mas divã, como no nome de seu programa semanal na rádio CBN (No Divã do Gikovate), não tem. “Sempre trabalhei assim, prefiro olho no olho”, diz. Talvez seja o olho no olho, talvez seja o método da “psicoterapia breve” e a promessa de alta em seis meses – que faz com que ele atenda 200 pacientes por ano. Fato é que Gikovate se tornou o confidente de alguns dos empresários e executivos mais bem-sucedidos do país. Nesta conversa, ele fala sobre a gastança dos brasileiros ricos, a cabeça do bom líder e outros temas atuais, mas de um ponto de vista diferente. Ou você já tinha ouvido que a culpa do consumismo é da pílula anticoncepcional?

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